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January 9th, 2007

Noite do reveião

Felizmente, não teve chuva do mal na noite do reveião. Nos últimos reveiões que eu lembro de passar em Santa Catarina, sempre caiu uma água chata. Dessa vez, gotejou um pouco, mas nada que atrapalhasse a vida.
O sogrão e os amigos armaram duas tendas na beira da praia, e cada bando levou suas bebidas, devidamente acondicionadas em isopores ou sacolas térmicas. Ceamos cedo e descemos, de pés descalços mesmo. Apesar de odiar areia, naquela noite eu estava mais tolerante. Até porque sabia que chinelos seriam inúteis, e plataformas, inadequadas.
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A orla estava cheia, mas nada de empurra-empurra ou desconforto. Pude ver os fogos direitinho, foi legal.
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Pela primeira vez na vida, pulei as tais das sete ondas. Não sei bem porque sete, mas pulei. Talvez tenha pulado uma ou duas a mais, pra garantir. Espero que ondas a mais não dêem azar.
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Ficamos pela praia até as 3 e pouco da manhã. Admito que tomei espumante com as pessoas até ficar alegrinha. Mas nada de vexames ou tombos na rua: mantive a decência

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Mais uma maneira de enriquecer transando

Esse circo da Cicarelli me deu uma idéia.
Vou a transar no mar quando numa praia com bastante gente, e pedir pra alguém filmar. Dai passo o vídeo pro Youtube, espero ele se espalhar, e depois entro com uma ação contra o site, pedindo danos morais, e multa de milhares de dólares por hora de descumprimento da decisão de tirar meu vídeo do ar.
Na pior das hipóteses, eu pago mico. Na melhor, levo uma boa grana.

Disque (des)informação

Tomei a primeira multa da minha vida. Acontece que eu fui multada em CACHOEIRINHA!
Cachoeirinha?!
Sim, cachoeirinha. Eu não costumo frequentar a cidade, mas naquela manhã de sábado, 23 de dezembro, eu estava indo pra um enterro. Passei um sinal vermelho qualquer, não vinha ninguém de lugar nenhum, e não faço idéia de onde o fiscal pode ter se escondido. De qualquer forma, fui multada.
Só que o carro ainda não tava no meu nome. Por isso, preciso informar que era eu, e não a antiga proprietária, que conduzia o veículo na hora do sucedido.
Não tinha bem certeza sobre onde deveria entregar essa informação, então usei o bom senso e liguei pro Disque Detran. Expliquei a situação direitinho, com calma, pra poder receber a indicação correta. E a resposta da tia foi que eu deveria me dirigir à Secretaria de Trânsito de Cachoeirinha.
"Tem certeza?"
"Tenho. Você deve se dirigir ao órgão autuador"
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Hoje de manhã peguei o bólido e fui à Cachoerinha pra resolver isso. Peguei as indicações num site de mapas na internet, mas não funcionou muito, porque as ruas daquele pedaço da cidade não têm placas indicando seus nomes.
Parei num posto, e, felizmente, era bem mais fácil chegar lá do que as indicações do mapa pressupunham.
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O lugar é escondido, no meio do nada. Passei por uma vilinha e diversos quebra-molas até chegar. E é um local tão "despojado" que passei na frente e nem percebi. Mas, diante da escassez de prédios, não foi difícil saber qual era o da Secretaria de Trânsito.
Fui ao guichê dois, conforme orientação do recepcionista/porteiro e descobri que... NÃO ERA LÁ QUE EU DEVERIA ENTREGAR A TAL COMUNICAÇÃO! O papel deve ser levado ao Tudo Fácil, ou postado no correio.
Em suma: o prestativo disque informação, na verdade, me deu uma desinformação. Fui até Cachoeirinha à toa. Podia:
a) ter ficado em casa de pijamas dormindo;
b) ter ficado em casa de pijamas perdendo tempo na internet;
c) ter ficado em casa de pijamas praticando róquenrrou;
d) ter ficado em casa de pijamas vendo TV;
e) ter ficado em casa de biquini me refrescando na piscina e pegando um sol;
f) ter ido pro trabalho mais cedo, pra variar um pouco
Além do transtorno e da perda de tantas chances, arrisquei minha vida e o Porsche indo para o Centro pela Free Way, naquele trecho mais perigoso da estrada.
Felizmente, minha sorte esteve comigo, e nada me aconteceu.
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Amanhã vou ao Correio mandar o tal papel. Pelo que dizem, o Tudo Fácil não é nada fácil, as filas são imensas. Chega de rolo