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March 21st, 2007

Mais aventuras do bólido mágico

Ontem, naquela noite dee dia bizarro tão bem descrito pelo Rocca, estava eu dirigndo meu bólido (que está com freios duvidosos, e vem sofrendo constantes apagões) e no caminho tinha a Lucas. Sim, público leitor, apesar de todas as restrições recursais do bólido, eu tive coragem de subir a Lucas. E estava tudo bem, até chegar na sinaleira do cruzamento com a Casemiro de Abreu. Parei no sinal e o carro morreu. Era escuro já, e tinha dezeeeeeeenas de pessoas atrás de mim. Eu devia estar a uns 50 metros do fim da lomba, mas precisei parar no sinal. Acho que só tinha um carro na minha frente. E na hora de arrancar, que vergonha... Mas não foi manetice: o carro simplesmente morreu, se recusou a ligar. Girava a chave, pisava no acelerador, e nada. Nenhum barulhinho. Depois de umas 10 tentativas frustradas, resolvi desligar tudo, rádio e faróis inclusive, saí do carro e fui me queixar pro Goiano, que estava atrás, com o auto dele.
Comprovei a existência de um detalhe apavorante: eu estava no topo da lomba da Lucas. Mas não tão no topo a ponto de o carro poder ser facilmente removido. Não... Na altura em que ele estava, só com um par de campeões de halterofilismo pra empurrar o carro. Basicamente, não tinha pra onde ir. Se deixasse o carro correr para trás, seria um suicídio. Além da dificuldade normal em parar qualquer carro que desce lomba abaixo, lembro que os freios do Porsche não estavam 100% confiáveis. Não tinha opção: ou o carro pegava, ou teria que ficar parado no meio da rua esperando o socorro. Imaginem o transtorno de trancar a rua...
Ciente do detalhe apavorante, voltei para o bólido. Girei a chave, acelerei e... tcharan!!!!!!!!!!!! Ele andou!!!!!!!!! Sim, sim, meu bólido ainda me amava, e, mais uma vez, não me deixou na mão.
Andei uns 500 metros mais e parei, porque o botão de ligar os faróis tinha caído para dentro do painel, dai precisei abrir o capô pra colocar o botão de volta e poder trafegar em segurança, com luzes.
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Agora o auto está no mecânico.
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Como de costume, comentei com o mecânico a aventura de ontem. E ele "ah, dotôra, a senhora é esperta, hein?! Fez bem em desligar tudo..."
Eu sou gênio =p
Mais um detalhe da aventura de ontem. Quando sai do carro, deixei a chave dentro e bati a porta.
Na volta... tcharan! Teria me trancado DE NOVO do lado de fora do carro, se não fosse a janela aberta.